REPULSA - Crítica e Opinião Política
REPULSA - Crítica e Opnião Política
 
 
 
   
    A dúbia gravação que incrimina Michel Temer  
   
   
    Por Repulsa, J.Rodrigues | 2017-05-18  
   
     
       
    Na quarta-feira (17), o colunista do jornal O Globo, Lauro Jardim, divulga trechos da gravação realizada pelo Joesley Batista, dono da JBS, que incrimina o Presidente da República, Michel Temer.  
   
    Do céu ao inferno, na semana em que o governo Temer apresenta resultados econômicos positivos, surge à oportuna divulgação de uma gravação realizada pelo dono da JBS, que incrimina Michel Temer e abala seu governo.

Estranho é pensar que esta divulgação (irresponsável) aconteceu justamente na semana em que o governo comemorava resultados positivos na economia, e semanas após Lula fazer uma declaração polêmica no Congresso Nacional do PT. “Se eles não me prenderem, quem sabe um dia eu mando prender eles por mentir”, disse o petista.

A crise política no Brasil não é mais novidade para ninguém. A cada dia surgem novas denúncias e novos envolvidos na operação Lava-Jato. A corrupção tomou conta de toda a política brasileira.

A oportunista divulgação da gravação envolvendo Michel Temer e a suposta delação premiada pactuada de forma sigilosa, entre a Procuradoria Geral da República (PGR), representada por Janot, o Supremo Tribunal Federal (STF), representado pelo ministro relator da Lava-Jato, Edson Fachin, e os donos da JBS, Joesley e Wesley Batista, traz consigo muita estranheza.

É difícil acreditar que um homem milionário que deseja gravar confissões do presidente da república, que além de colocar sua vida em risco (piada), o faria com o uso de um gravador amador.

Além disso, a gravação ao contrário do que muitos dizem e a mídia divulgou, não apresenta nada de concreto e que possa incriminar o presidente Michel Temer.

O mais surpreendente é testemunhar Joesley Batista assumir seus crimes ao instigar que o presidente confesse os seus. O delator tenta arrancar a todo custo, provas e confissões de Michel Temer, que aparentemente parecia ouvir e reagir de forma neutra a tudo que ouvia.

Não é novidade para ninguém a proximidade de Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, aos governos Lula e Dilma. Como também é impossível esquecer, que a JBS obteve empréstimos milionários por meio do BNDES, com aval dos mesmos.

Quando a bomba catastrófica caiu na mídia, de forma imediata, a esquerda passou a cobrar a renúncia do Presidente, Michel Temer. A justificativa seriam os crimes de responsabilidade e obstrução a justiça, por eles identificados na gravação.

O grande e oportuno detalhe é que além da renúncia, os esquerdistas representados pelos partidos políticos considerados linhas auxiliares do PT, entre eles o PSOL, Rede, PCdoB e PSTU, passaram a defender uma nova eleição – DIRETAS JÁ!

Conseguiram entender os reais motivos de tudo isso?

“O delator dono da JBS, próximo e agradecido pelos favorecimentos junto ao BNDES por parte do ex-presidente Lula e Dilma, grava conversa com o presidente Michel Temer (o golpista) com o intuito de incriminá-lo, causar sua renúncia e criar danos a economia Brasileira.

Tudo acontece com aval do procurador geral da república, Rodrigo Janot, indicado ao cargo pelo governo Dilma; e com a autorização do ministro relator da Lava-Jato, Edson Fachin, também indicado ao cargo pela ex-presidente Dilma, ex-advogado do movimento agrário (MST), fortemente ligado ao PT - Partido dos Trabalhadores, além é claro de ter sido um empenhado militante nas campanhas eleitorais da Dilma.

Como se não bastasse os fortes indícios de relação político-partidária com os réus, o que eticamente os tornariam impedidos de atuar na Lava-Jato, procurador e o relator celebram o acordo de delação premiada com os donos da JBS, os beneficiando com a isenção de acusação e julgamento pelos crimes assumidos, bem como total liberdade, inclusive para viajar para Nova Iorque.

“É um absurdo que um milionário criminoso que causou tantos danos financeiros ao Brasil, saia impune de tudo isso. Estes devem pagar caro pelos crimes cometidos.”

Peritos a pedido de diversos veículos de comunicação, analisaram a gravação e identificaram irregularidades que comprovam mais de 50 edições no áudio.

Sinceramente, uma gravação de péssima qualidade ser divulgada com o intuito de incriminar o chefe maior da nação, parece uma atitude leviana com objetivos escusos.

Tenha certeza, um milionário usaria alta tecnologia para coletar provas contra o presidente. Teria uma única chance para fazer isso e não correria riscos de dar tudo errado.

Não seriam amadores dessa forma, exceto no caso de precisarem de um álibi para justificar as manipulações do áudio, justificando que a péssima qualidade não era resultado da manipulação e edição do áudio, mas sim do gravador utilizado.

Como se não bastasse toda a bagunça provocada, os donos da JBS foram comunicados antecipadamente sobre a divulgação da gravação, e aproveitaram a oportunidade para faturar alto com a catastrófica crise econômica causada pela divulgação dos áudios.

Dias antes, investem na compra de 1 bilhão de dólares e na venda de ações da sua empresa antes da queda do preço. Estas ações geraram lucros milionários para o grupo JBS e danos a economia brasileira.

De acordo com o Presidente Michel Temer, estes crimes serão apurados pelos órgãos competentes.

Então, pergunto a você leitor, você realmente acredita na veracidade da gravação contra Michel Temer?

Não espero que diga sim. Espero, que no mínimo você duvide, fique com uma “pulga atrás da orelha”, já que existem diversos motivos para isso.

A dúvida num caso como esse deve ser respeitada e levada em conta, afinal trata-se de sérias acusações contra o presidente do Brasil.

 
   
 
   
    Suposta gravação de Lula com Rui Falcão após a delação do Palocci  
   
 
   
    Reforma Política, o novo golpe da esquerda brasileira  
   
 
   
    Caravana de Lula pelo nordeste já é um fracasso  
   
 
   
    STF retira do juiz Moro depoimentos de delatores da JBS contra Lula e Mantega  
   
 
 
 
REPULSA - Crítica e Opinião Política

Todos os direitos reservados © Copyright 2017, a Repulsa Press, Jon Rodrigues. Desenvolvimento e hospedagem web, Jon Rodrigues.