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    Juros básicos cai a 10,25% e inflação continua em queda  
   
   
    Por Repulsa, J.Rodrigues | 2017-06-01  
   
     
       
    A taxa selic cai um ponto percentual e a inflação continua em queda, segunda o Banco Central. A economia dá sinais de melhora, mas a crise política e suas incertezas atrasam a recuperação econômica do Brasil.  
   
    O Banco Central (BC) reduziu os juros básicos da economia pela sexta vez seguida.

Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom), na quarta-feira(31), reduziu a taxa Selic em 1 ponto percentual, de 11,25% ao ano para 10,25% ao ano.

A decisão era esperada pelos analistas financeiros e vem em bom momento.

Com a redução de hoje, a Selic chega ao menor nível desde janeiro de 2014, quando estava em 10% ao ano.

De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, no menor nível da história, e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

O Copom destacou que a inflação continua em queda e que o cenário internacional segue favorável para o Brasil. O Banco Central, no entanto, informou que o aumento das incertezas em relação ao clima político e ao andamento das reformas pode levar à redução do ritmo de corte da taxa Selic nas próximas reuniões.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,14% em abril, no menor nível da história registrado para o mês.

Nos 12 meses terminados em abril, o IPCA acumula 4,08%, a menor taxa em 12 meses desde julho de 2007. Até o ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para este ano, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano.

Fonte: Agência Brasil

 
   
 
   
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