REPULSA - Crítica e Opinião Política
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    Reforma trabalhista, o trabalhador nada perde e só ganha com as mudanças  
   
   
    Por Repulsa, J.Rodrigues | 2017-05-23  
   
     
       
    A Reforma trabalhista ao contrário do que a esquerda divulga, não retira direitos dos trabalhadores, pelo contrário, flexibiliza e moderniza a relação de trabalho entre empregador e funcionário.  
   
    O que muita gente não entende é o motivo pelo qual a esquerda se posiciona contra a reforma. Na verdade a esquerda é contra a Reforma Trabalhista, pois acaba com a CONTRIBUIÇÃO SINDICAL OBRIGATÓRIA.

Com as mudanças, o trabalhador poderá optar se quer contribuir para o sindicato, ou não.

Essa nova realidade refletirá de imediato o caixa dos sindicatos, que perderão poder financeiro para promover suas falsas greves e manifestações a favor do Lula e PT.

O lado bom é, os sindicatos para reconquistar seus associados, terão que voltar a oferecer vantagens.

São mais de 100 mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Por isso, elegi algumas das principais mudanças propostas pelo texto-base da reforma.

Jornada intermitente

Quem não sonha com um trabalho flexível?

Com a mudança é permitida a prestação de serviços de forma descontínua e flexível, podendo o funcionário trabalhar em dias e horários alternados.

Remuneração

Que tal ganhar por hora de trabalho, ao invés de virar um prisioneiro do horário comercial?

Com a reforma trabalhista, além dos regimes tradicionais, o empregador e empregado podem pactuar o contrato de trabalho por hora de trabalho. Nessa modalidade, o contrato deve ser firmado por escrito e conter o valor da hora de serviço.

Trabalho Remoto

O trabalho “home office” como é chamado, legalizado!

A atual legislação trabalhista não contempla essa modalidade de trabalho, que já acontece há muito tempo. Com as mudanças, tudo que o trabalhador usar em casa deverá formalizado com o patrão via contrato, como equipamentos e gastos com energia e internet, e o controle do trabalho será feito por tarefa.

Descanso

Sabe aqueles dias que você precisa sair mais cedo para buscar as crianças na escola?

Com a nova reforma trabalhista, ao invés do trabalhador ser obrigado a cumprir de 1 a 2 horas de intervalo para repouso e alimentação, poderá negociar o tempo de intervalo, mas este não pode ser inferior a 30 minutos.

Férias, merecidas férias!

Melhor quando há mais flexibilidade para usarmos nossas férias como bem entendemos, não é?

Com as mudanças, as férias podem ser fracionadas em até três períodos, sendo que um deles não pode ser inferior a 14 dias corridos. O restante pode ser dividido em mais dois períodos não inferiores a cinco dias corridos cada um.

Além disso, a reforma proíbe que o início das férias ocorra no período de dois dias que antecede feriado ou dia de repouso semanal remunerado.

Contribuição sindical

Aqui é o maior benefício de toda a reforma – o fim da contribuição obrigatória.

Para quem não sabe, atualmente o tributo é recolhido anualmente e corresponde a um dia de trabalho dos trabalhadores, e a 1% do capital social da empresa, no caso dos empregadores.

Com a reforma trabalhista, a contribuição passa a ser opcional.

Demissão

Vamos direto as mudanças, pois todos sabem como funciona no regime atual.

Com as mudanças, o contrato de trabalho poderá ser extinto de comum acordo, com pagamento de metade do aviso prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS. Isso quer dizer, em breves palavras, que agora você poderá negociar sua demissão com o “patrão”.

O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na conta do FGTS, porém abrirá mão do direito ao seguro-desemprego.

Rescisão contratual

Atualmente é exigido que a homologação do contrato seja feita em sindicatos.

Com a mudança, a homologação passa a ser feita na própria empresa, na presença de advogados do patrão e do trabalhador – que pode ter assistência do sindicato.

Gravidez

Pela nova proposta do governo, é permitido o trabalho em ambientes considerados insalubres, porém será imprescindível que a empresa apresente um atestado médico que garanta que não há risco ao bebê nem à mãe.

Mulheres demitidas têm até 30 dias para informar a empresa sobre a gravidez.

Banco de horas

Que tal negociar como serão usados o banco de horas?

Com as mudanças, as negociações em relação a banco de horas ficarão nas mãos das partes. No entanto, fica garantido o acréscimo de 50% no valor pago pela hora extra.

Remuneração por produtividade.

A remuneração por produtividade será decidida também em acordo coletivo.

Registro de ponto

A forma de registro e acompanhamento de ponto poderá ser definida em acordo coletivo. Isso flexibiliza, por exemplo, a exigência de ponto eletrônico.

 
   
 
   
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