REPULSA - Crítica e Opinião Política
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    Reforma Política, o novo golpe da esquerda brasileira  
   
   
    Por Repulsa, J.Rodrigues | 2017-08-18  
   
     
       
    Os partidos de esquerda se posicionam publicamente contra o “Distritão”, mas o fazem com o intuito de disfarçar suas reais intenções para o futuro.  
   
    O golpe a democracia está sendo dado pelo Congresso Nacional ao tentar aprovar a reforma política rapidamente e sem fazer muito alarde com o intuito de evitar um alvoroço negativo da opinião pública.

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Quem está preocupado com o Fundo Partidário bilionário precisa voltar seu foco para o “Distritão”, é nele que acontecerá o “pior” dos golpes.

O golpe do “distritão” acontecerá em duas etapas.

O “distritão” em 2018 elegerá os políticos com mais dinheiro e “fechará as portas” para o que chamamos de “renovação política” e assim impedirá que novos nomes surjam.

Com a mudança – provavelmente - serão eleitos aqueles que tiverem “dinheiro” e “fama”, mesmo que esta “fama” seja negativa.

Em 2022 o “distritão” passará a ser misto e com lista fechada.

Caso seja aprovado conforme deseja seu relator o deputado esquerdista, Vicente Cândido (PT), a esquerda terá “executado” a parte “mais importante” do seu plano pela “tomada do poder” – o “distritão”.

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Em 2022, o “Distritão Misto com lista fechada” retira metade do “direito do povo de eleger seus representantes” e divide esse direito com os partidos políticos.

Com a mudança, metade será eleita através do voto popular e a outra metade – acreditem ou não – será eleita pelos partidos políticos através de uma “lista fechada”.

Com isso, os partidos políticos passaram a escolher quem querem colocar no poder.

Para ficar ainda mais claro, os partidos políticos poderão eleger, por exemplo, aqueles que estão envolvidos em escândalos de corrupção, com o objetivo único de lhes conceder o foro privilegiado.

Caso a reforma seja aprovada a impunidade vencerá e se perpetuará no Brasil.

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Além disso, o “distritão” abre precedente para que aconteça no Brasil o que já é realidade na Venezuela.

Na Venezuela o presidente – já considerado um ditador – através do golpe da Assembleia Constituinte elegeu – apenas - políticos ligados aos seus objetivos socialistas e comunistas.

É inaceitável, que mesmo diante da maior crise política vigente no Brasil e da falta de credibilidade dos partidos políticos e seus membros, estes ainda tenham a “cara de pau” de aprovar uma absurda Reforma Política como esta.

O povo precisa pressionar e impedir que esta Reforma Política se realize.

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Golpe e mais golpe!

Como se não bastasse, o “distritão” os deputados querem aprovar a doação de pessoa física oculta. Caso este absurdo seja aprovado, os partidos poderão receber dinheiro sem que seja identificado o doador e a origem do dinheiro.

“Querem ou não perpetuar a impunidade no Brasil?”

Caso contrário, preparem-se para um futuro ainda pior.

 
   
 
   
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