REPULSA - Crítica e Opinião Política
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    A fraudulenta votação da Constituinte promovida por Maduro não convence o mundo  
   
   
    Por Repulsa, J.Rodrigues | 2017-07-31  
   
     
       
    “De boas intenções o inferno está cheio, e no socialismo e comunismo que se ‘tenta’ implantar na América Latina não seria diferente”.  
   
    Nove países, entre eles, México, Colômbia, Panamá, Argentina, Costa Rica, Peru, Paraguai, Espanha e Estados Unidos anunciaram o não reconhecimento de legitimidade nos resultados da votação da Assembleia Constituinte promovida pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

Nicolás Maduro já é tratado pela imprensa mundial como um ditador socialista e comunista, cruel e violento.

Até as 18 horas desta segunda-feira (31), foram contabilizadas mais de 13 mortes resultado da forte repressão do governo Maduro diante da votação da Assembleia Constituinte.

Continua



O GOLPE PREMEDITADO

Há anos Hugo Chaves e seu sucessor, Nicolás Maduro anunciavam suas intenções socialistas e comunistas para a Venezuela, e América Latina.

As intenções foram sempre comunicadas com muita “clareza” ao povo venezuelano e aos “camaradas” espalhados pelo mundo.

O que mais assusta é testemunhar a “incapacidade do povo venezuelano” de identificar e reagir a tempo de impedir o golpe que Chaves e Maduro - aos poucos - davam na democracia da Venezuela.

“Este atraso no reconhecimento do golpe pode custar muito caro à Venezuela”.

“Pois bem, o que muitos não acreditavam ser possível, está acontecendo na Venezuela”.

Continua



POSIÇÃO DO GOVERNO BRASILEIRO

Nota 249
Convocação de assembleia constituinte na Venezuela

30 de julho de 2017 - 19:04

O governo brasileiro lamenta profundamente a decisão do governo da Venezuela de rejeitar os pleitos da comunidade internacional pelo cancelamento da convocação de uma assembleia constituinte nos termos definidos pelo Executivo. A iniciativa do governo de Nicolás Maduro viola o direito ao sufrágio universal, desrespeita o princípio da soberania popular e confirma a ruptura da ordem constitucional na Venezuela.

A Venezuela dispõe de uma Assembleia Nacional legitimamente eleita. Empossada, a nova assembleia constituinte formaria uma ordem constitucional paralela, não reconhecida pela população, agravando ainda mais o impasse institucional que paralisa a Venezuela.

O governo brasileiro manifesta a sua grave preocupação com a escalada da violência em face do acirramento da crise, agravada pelo avanço do governo sobre as instâncias institucionais democráticas ainda vigentes no país e pela ausência de horizontes políticos para o conflito.

O governo brasileiro condena o cerceamento do direito constitucional à livre manifestação e repudia a violenta repressão por parte das forças do Estado e de grupos paramilitares, como a que aconteceu ao longo do dia de hoje.

Diante da gravidade do momento histórico por que passa a Venezuela, o Brasil insta as autoridades venezuelanas a suspenderem a instalação da assembleia constituinte e a abrirem um canal efetivo de entendimento e diálogo com a sociedade venezuelana, com vistas a pavimentar o caminho para uma transição política pacífica e a restaurar a ordem democrática, a independência dos poderes e o respeito aos direitos humanos.

Outros países também expressaram objeções à eleição da Constituinte na Venezuela.

Fonte: Itamaraty e ISTOÉ
Foto: AFP

 
   
 
   
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